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Por Débora Evangelista

Quando o ano coletivo está para finalizar, existe uma analogia muito interessante que desejo compartilhar. Quando finda o ano, esta semaninha entre Natal e ano Novo, as pás dos remos do barco a que estamos conduzindo, parecem se tornar mais pesadas devido ao fluxo intenso das águas. Esta sensação de querer remar para poder chegar, é especialmente sentida quanto a mente é direcionada para a ansiedade do novo e do vir a ser. Pouca gente solta o remo, mesmo que em férias ou em recesso porque leva consigo a esperança do novo, mas tem como guia e experiência todo o tempo passado. Há ansiedade e cansaço, há um empenho em ultrapassar os limites. Utilize pois o bom senso, saiba fluir sem o esforço abusivo dos finais que a mente projeta, deixe que o novo se apresente, abandone a ansiedade e troque-a por presença. Recolha os remos e permita que a boa água o encaminhe para seu destino. O rio sempre vai dar para o mar. Observar o fluir em silêncio e atenção vai trazer a verdadeira força em prosseguir. Desejo a você um fim de ciclo com sabedoria, confiança no vir a ser e muito amor para encontrar os novos percursos que você deseja navegar. Bom final de ciclo! Lindo dia!

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